{"id":14507,"date":"2023-08-09T14:48:04","date_gmt":"2023-08-09T12:48:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/ufaq\/resido-em-portugal-e-trabalho-por-conta-doutrem-na-andaluzia-para-onde-me-desloco-diariamente-para-trabalhar-como-se-processa-a-minha-licenca-e-o-meu-subsidio-de-maternidade\/"},"modified":"2023-11-20T17:29:28","modified_gmt":"2023-11-20T16:29:28","slug":"resido-em-portugal-e-trabalho-por-conta-doutrem-na-andaluzia-para-onde-me-desloco-diariamente-para-trabalhar-como-se-processa-a-minha-licenca-e-o-meu-subsidio-de-maternidade","status":"publish","type":"ufaq","link":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/ufaq\/resido-em-portugal-e-trabalho-por-conta-doutrem-na-andaluzia-para-onde-me-desloco-diariamente-para-trabalhar-como-se-processa-a-minha-licenca-e-o-meu-subsidio-de-maternidade\/","title":{"rendered":"Resido em Portugal e trabalho por conta doutrem na Andaluzia, para onde me desloco diariamente para trabalhar. Como se processa a minha licen\u00e7a e o meu subs\u00eddio de maternidade?"},"content":{"rendered":"<div  class=\"ewd-ufaq-faq-list ewd-ufaq-page-type-distinct\" id='ewd-ufaq-faq-list'>\n\n\t<input type='hidden' name='show_on_load' value='' id='ewd-ufaq-show-on-load' \/>\n<input type='hidden' name='include_category' value='' id='ewd-ufaq-include-category' \/>\n<input type='hidden' name='exclude_category' value='' id='ewd-ufaq-exclude-category' \/>\n<input type='hidden' name='orderby' value='date' id='ewd-ufaq-orderby' \/>\n<input type='hidden' name='order' value='desc' id='ewd-ufaq-order' \/>\n<input type='hidden' name='post_count' value='-1' id='ewd-ufaq-post-count' \/>\n<input type='hidden' name='current_url' value='\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/ufaq\/14507' id='ewd-ufaq-current-url' \/>\n\t\n\t\n\t<div class='ewd-ufaq-faqs'>\n\n\t\t<div  class=\"ewd-ufaq-faq-div ewd-ufaq-faq-column-count-one ewd-ufaq-faq-responsive-columns- ewd-ufaq-faq-display-style-default ewd-ufaq-can-be-toggled\" id='ewd-ufaq-post-14507-MRs0rA8Jpf' data-post_id='14507'>\n\n\t<div class='ewd-ufaq-faq-title ewd-ufaq-faq-toggle'>\n\t\n\t<a class='ewd-ufaq-post-margin'  href='#'>\n\n\t\t<div class='ewd-ufaq-post-margin-symbol ewd-ufaq-'>\n\t\t\t<span >A<\/span>\n\t\t<\/div>\n\n\t\t<div class='ewd-ufaq-faq-title-text'>\n\n\t\t\t<h4>\n\t\t\t\tResido em Portugal e trabalho por conta doutrem na Andaluzia, para onde me desloco diariamente para trabalhar. Como se processa a minha licen\u00e7a e o meu subs\u00eddio de maternidade?\t\t\t<\/h4>\n\n\t\t<\/div>\n\n\t\t<div class='ewd-ufaq-clear'><\/div>\n\n\t<\/a>\n\t\n<\/div>\n\t\n\t<div class='ewd-ufaq-faq-body ' >\n\n\t\t\n\t\t\t<div class='ewd-ufaq-faq-categories'>\n\t\n\tCategory:\n\t\n\t\tPrestaciones SS Andaluc\u00eda\n\t\n<\/div>\n\t\t\n\t\t\t<div class='ewd-ufaq-post-margin ewd-ufaq-faq-post'>\n\t\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"14507\" class=\"elementor elementor-14507 elementor-3398\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-173aed7f e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-parent\" data-id=\"173aed7f\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;content_width&quot;:&quot;boxed&quot;}\" data-core-v316-plus=\"true\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-72e64e2d elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"72e64e2d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/p>\n<div class=\"et_pb_toggle_content clearfix\">\n<p>De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o, a trabalhadora fronteiri\u00e7a ter\u00e1 direito a receber assist\u00eancia m\u00e9dica anterior ao parto ou noutro momento do parto tanto em Espanha <em>(onde trabalha)<\/em> como em Portugal <em>(onde reside).<\/em><\/p>\n<\/p>\n<p>Em Portugal, a trabalhadora dever\u00e1 apresentar o formul\u00e1rio S1 que previamente dever\u00e1 ter solicitado no Instituto Nacional da Seguran\u00e7a Social, que certifica o seu direito aos cuidados de sa\u00fade. O modelo, uma vez solicitado, ser\u00e1 remitido para o domic\u00edlio em Portugal da trabalhadora que dever\u00e1 apresent\u00e1-lo no servi\u00e7o nacional de sa\u00fade de Portugal.<\/p>\n<\/p>\n<p>Depois do nascimento do filho, a trabalhadora dever\u00e1 solicitar o comprovativo m\u00e9dico da baixa no Servi\u00e7o P\u00fablico de Sa\u00fade e, assim, para a presta\u00e7\u00e3o de maternidade dever\u00e1 ir ao Instituto Nacional da Seguran\u00e7a Social e solicitar a referida ajuda atrav\u00e9s da apresenta\u00e7\u00e3o do modelo oficial juntamente com a seguinte documenta\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<\/p>\n<ul style=\"margin-left: 40px\">\n<li><em>Documento Nacional de Identidade<\/em> da m\u00e3e.<\/li>\n<li>Certificado de Empresa informando da situa\u00e7\u00e3o da trabalhadora.<\/li>\n<li><em>Certificado de baixa de maternidade<\/em> ou <em>Relat\u00f3rio de maternidade<\/em> emitido pelo correspondente Servi\u00e7o P\u00fablico de Sa\u00fade <em>(SPS).<\/em><\/li>\n<li>Livro de fam\u00edlia ou certificado de inscri\u00e7\u00e3o do filho no registo civil.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Quando a baixa tenha come\u00e7ado antes do parto, tais documentos dever\u00e3o ser apresentados uma vez realizada a inscri\u00e7\u00e3o no registo civil do filho.<br \/>A trabalhadora poder\u00e1 solicitar as presta\u00e7\u00f5es em Portugal, de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o espanhola, e as autoridades competentes portuguesas remeter\u00e3o a documenta\u00e7\u00e3o para o Instituto Nacional da Seguran\u00e7a Social.<\/p>\n<\/p>\n<p>Em Portugal, a trabalhadora dever\u00e1 solicitar o modelo E-116 ao m\u00e9dico que a atendeu e, uma vez obtido, dever\u00e1 proceder \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o do pedido de maternidade junto da Dire\u00e7\u00e3o Geral da Seguran\u00e7a Social\/Se\u00e7\u00e3o Distrital.<\/p>\n<\/p>\n<p>O pedido de presta\u00e7\u00e3o por maternidade dever\u00e1 estar acompanhado pela seguinte documenta\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<\/p>\n<ul style=\"margin-left: 40px\">\n<li>Formul\u00e1rio oficial (MOD. RP5049-DGSS).<\/li>\n<li>Atestado m\u00e9dico de estabelecimento ou servi\u00e7o sanit\u00e1rio que comprove a identifica\u00e7\u00e3o do descendente civil.<\/li>\n<li>Caso se pretenda receber o pagamento na conta bancaria, certificado do banco com o NIB.<\/li>\n<li>Se o subs\u00eddio for solicitado antes do parto, um atestado m\u00e9dico com a data prevista para o parto <em>(pode ser um atestado do m\u00e9dico do Sistema Nacional de Sa\u00fade ou um atestado do m\u00e9dico particular).<\/em><\/li>\n<li>Se o subs\u00eddio for solicitado depois do parto, c\u00f3pia da identifica\u00e7\u00e3o civil do filho ou comprovativo m\u00e9dico.<\/li>\n<li>Caso o filho nas\u00e7a morto, dever\u00e1 ser proporcionado um comunicado do hospital onde se comprove o nascimento com causa da morte.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Uma vez informado, o organismo portugu\u00eas comunicar\u00e1 ao Instituto Nacional da Seguran\u00e7a Social a correspondente baixa de maternidade, constituindo um organismo de liga\u00e7\u00e3o entre os dois pa\u00edses. Assim, quando o INSS receba o pedido da baixa de maternidade, dever\u00e1 proceder ao pagamento das presta\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas \u00e0s quais a trabalhadora tenha direito como consequ\u00eancia da baixa de maternidade.<\/p>\n<\/div><\/p>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\n\t\t\t\n\t\t\n\t\t\t\n\t\t\n\t\t\t\n\t\t\n\t\t\t\n\t\t\n\t\t\t\n\t\t\n\t\t\t\n\t\t\n\t\t\t\n\t\t\n\t\t\t\n\t\t\n\t<\/div>\n\n<\/div>\n\t<\/div>\n\n\t\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Resido em Portugal e trabalho por conta doutrem na Andaluzia, para onde me desloco diariamente para trabalhar. Como se processa a minha licen\u00e7a e o meu subs\u00eddio de maternidade? Category: Prestaciones SS Andaluc\u00eda De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o, a trabalhadora fronteiri\u00e7a ter\u00e1 direito a receber assist\u00eancia m\u00e9dica anterior ao parto ou noutro momento do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"cybocfi_hide_featured_image":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"ufaq-category":[51],"ufaq-tag":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/ufaq\/14507"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/ufaq"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/ufaq"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14507"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/ufaq\/14507\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14508,"href":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/ufaq\/14507\/revisions\/14508"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14507"}],"wp:term":[{"taxonomy":"ufaq-category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/ufaq-category?post=14507"},{"taxonomy":"ufaq-tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.eures-andalucia-algarve.eu\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/ufaq-tag?post=14507"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}